olho dentro de mim,
a névoa permanece.
seres fugazes, vorazes, velozes
mal deixam rastros que eu possa seguir.
meu cansaço busca um recanto,
banco duro de pedra,
cercado de limo, flores medram
em suaves circunlóquios coloridos.
dentro aqui ainda é cedo.
rezo à Luz Suprema
faço votos de batalha,
ergo a espada e fecho a porta.
há de continuar a guerra,
mas declaro trégua.
meu tempo agora é de paz.
24.10.06
Assinar:
Postar comentários (Atom)
3 comentários:
Meu tempo também é de paz... e de saudade, minha linda. Beijo grande para você.
E já se passaram os quinze dias deste post e...nada. :)
rsrsrsrs...
tanta pontualidade é impossível, querida e amada deusa.
é quando der e olhe lá!
bjs.
e, demas, saudade existe pra quem sabe ter. descobri que eu não sei: quero te ver!!!
Postar um comentário